quarta-feira, 31 de dezembro de 2014

Pesquisa diz que 47% dos brasileiros comprariam carro pela internet

Uma pesquisa divulgada nesta terça-feira (30) apontou que 47% dos brasileiros estão dispostos a adquirir um automóvel em lojas virtuais na internet, ante 45% em 2013.
De acordo com o levantamento da consultoria Capgemini, os consumidores do país estão mais próximos de fechar compras de carro pela web, não só fazer a pesquisa, do que os americanos (34%), britânicos (28%), alemães (36%) e russos (32%).
Entre os 10 países pesquisados, o Brasil perde para França (48%), Coreia do Sul (48%), Indonésia (55%), Índia (55%) e China (61%). O fator mais importante que levaria à compra online é o preço, segundo 45% dos consumidores questionados. Os jovens também estão mais abertos à opção virtual - entre os 18 e 34 anos eles somam 49%,  mas a porcentagem cai para 29% entre os que têm mais de 50 anos.
Embora quase a totalidade (97%) dos respondentes use a internet para pesquisar informações sobre o próximo carro, mais da metade (55%) ainda percebe o vendedor da concessionária como uma fonte importante de informações.

sábado, 27 de dezembro de 2014

Mudança em placas dará fim à placa preta de carros antigos no Brasil

                                       futura placa de colecionador/ Foto - Ministério das Cidades


Do G1

A padronização de placas para veículos dos países do Mercosul deverá dar fim a uma tradição dos carros clássicos no Brasil: a placa preta. A partir de 2016, todas as placas de circulação terão fundo branco. O que vai diferenciá-las, entre outros itens, será a cor das letras e números. No caso dos carros de coleção, eles serão prateados.

Atualmente, veículos que têm mais de 30 anos e atingem, no mínimo, 80 pontos (de um total de 100) em critérios de originalidade e conservação podem obter uma certificação e utilizar placa preta.

É preciso também ser filiado a um dos 120 clubes de carros antigos associados à Federação Brasileira de Veículos Antigos (FBVA), que, por sua vez, é credenciada pela Fédération Internationale des Véhicules Anciens, a entidade máxima do antigomobilismo mundial.

Segundo o presidente da FBVA, Roberto Suga, atualmente há cerca de 17 mil veículos no Brasil com placa preta. Ela foi criada em 1998 e, até 2001, valia para carros com mais de 20 anos de fabricação; depois o limite de "idade" foi aumentado para 30 anos ou mais.

Placa preta secundária

A federação, porém, pretende criar uma tradição com uma "nova" placa preta, que não será oficial: a de veículo histórico.

Ela será dada a "veículos de mais alto grau de originalidade e de valor histórico significativo", adianta Suga. Será como um certificado, e não poderá substituir a placa oficial no carro, mas poderá ser colocada próxima da mesma.


Essa placa "premium" também terá números e letras, mas será menor do que a placa oficial dos carros, "provavelmente em formato quadrado", segundo Suga. A implementação deve começar no ano que vem, antes mesmo da mudança de padrão no Mercosul.

A própria FBVA vai expedir a placa. Para recebê-la o carro antigo terá de atender a critérios ainda mais rigorosos do que para a obtenção da placa de colecionador. Eles deverão ser similares aos dos concursos de elegância que existem no exterior.

"Todos os itens do carro devem funcionar. Se o carro tiver um relógio de hora, por exemplo, se estiver funcionando, ele pode receber a placa de veículo histórico; se não, não recebe", explica o presidente da FBVA.

Substituição

O Denatran informa que apenas veículos que serão emplacados a partir de 2016 seguirão o novo modelo com fundo branco, mas a federação acredita que a substituição atingirá, paulatinamente, todos os veículos. "Será como quando a placa cinza substituiu a amarela. Primeiro, foram os carros novos, depois foram trocando todos", diz Suga.

Além de registrar que se trata de um carro antigo, um clássico, a placa de colecionador também permite algumas vantagens. O presidente da FBVA lembra que, em São Paulo, veículos que tinham essa diferenciação não precisaram passar pela inspeção veicular, que visava o controle de emissão de poluentes.

sexta-feira, 26 de dezembro de 2014

Extintor ABC será obrigatório para todos os veículos em 2015

Do Vrum

Entra em vigor no próximo 1º de janeiro de 2015 artigo da Resolução nº 333 do Conselho Nacional do Trânsito (Contran) que torna obrigatório para todos os veículos o uso do extintor de incêndio do tipo ABC. Motoristas flagrados sem o equipamento cometem infração grave, com cinco pontos na carteira e multa de R$ R$ 127,69. O veículo ficará retido até que a situação seja regularizada.

Todos os veículos fabricados a partir de 2005 já vinham com o extintor ABC de série. Contudo, os modelos anteriores a 2004 poderiam ainda utilizar o tipo BC, que é mais barato.

Em 06 de novembro de 2009 foi publicada a Resolução nº 333 que alterou detalhes do assunto. Na época, estava permitido o uso do extintor de pó BC até o vencimento da validade do teste hidrostático. Contudo, fixou em 1º de janeiro de 2015 a obrigatoriedade do tipo ABC para todos os veículos.

O equipamento é obrigatório para automóveis, utilitários, caminhonetes, caminhões, triciclo automotor de cabine fechada, ônibus, veículos de transporte inflamável e reboques com carga acima de 6 toneladas. O peso do extintor varia de 1kg a 6kg de acordo com o tamanho do veículo.

O extintor ABC possui múltipla atuação sobre o incêndio, isolando materiais combustíveis (Classe A), além de combater líquidos inflamáveis (classe B) e fogo nos equipamentos elétricos (classe C). O extintor BC atuava apenas nos dois últimos itens.

A carga do extintor ABC tem duração de cinco anos. Além da obrigação de possuir o item, também estará sujeito às mesmas penalidades o motorista flagrado no caso de extintores vencidos, violados ou vazios. 

Atenção na pegadinha

Em alguns postos de gasolina e lojas de troca de óleo é comum vendedores conferirem a validade do extintor e oferecerem um novo equipamento. Se o preço estiver muito baixo desconfie: pode ser o modelo BC, que só pode ser utilizado até 31 de dezembro de 2014. Mesmo que a validade esteja para além de 2015, o motorista  pode ser autuado pela autoridade de trânsito no próximo ano. Compre sempre o tipo ABC, que deve possuir a indicação expressa no cilindro.

quarta-feira, 24 de dezembro de 2014

Dicas para você que vai pegar a estrada neste fim de ano com o seu carro

Da Quatro Rodas

Chegou o fim do ano e tem as festividades do Natal e do Ano Novo. É hora de planejar roteiros e despesas para curtir um momento de lazer sem preocupações. Mas para evitar riscos ou inconvenientes durante o trajeto da viagem, é importante que seu automóvel esteja em ordem.

Preparamos uma lista de itens importantes a serem checados antes de cair na estrada, mesmo para quem segue a rotina de manutenção recomendada pela fábrica. Contudo, atente ao tempo: a revisão não deve ser feita na véspera, já que se houver necessidade de substituição de alguma peça, muitas vezes é impossível fazer isso de um dia para o outro. Confira:

Pneus

Não se esqueça de incluir o estepe na inspeção. No caso de haver uma ou mais bolhas, substitua imediatamente a unidade: é um indicativo de dano estrutural irreversível na carcaça, havendo sérios riscos de explosão, principalmente na estrada – onde o pneu é exposto a uma temperatura maior, elevando sua pressão interna.

Desgaste irregular na banda de rodagem é um indicativo de desalinhamento da suspensão, ou de uso de pressão inadequada no pneu por longos períodos. De acordo com a Resolução 558/80 do Código Nacional de Trânsito, os sulcos devem ter no mínimo 1,6 mm de profundidade. É pouco se comparado a um pneu novo, com 8 mm em média. Eles são vitais para a correta drenagem na banda de rodagem no caso de chuva, prevenindo a temida aquaplanagem.

Cheque a pressão de todos os pneus, e atente à quantidade de passageiros e bagagem que o carro irá carregar, pois quase todos os modelos exigem pressões diferentes para esta condição.

Rodas

Em rodas de ferro, procure amassados. Se a pressão de um pneu estiver mais baixa que os demais, é provável que a roda esteja amassada, permitindo a fuga de ar. O reparo é simples e pode ser feito por um bom borracheiro. Em rodas de liga, atente a quebras e trincas. Dependendo do caso, sua substituição pode ser necessária.

Triângulo, macaco e chave de roda

Não confira apenas se os itens estão no carro. Faça uma checagem de funcionamento: um triângulo com a haste de apoio quebrada não serve pra nada, por exemplo.

Alinhamento da suspensão e balanceamento das rodas

Muitas vezes são deixados de lado. O pior é que seus sintomas costumam aparecer somente em velocidades mais altas: vibrações ao volante, no caso de uma roda desbalanceada; ou direção desalinhada (o carro puxa para um dos lados), no caso de alinhamento fora das especificações de fábrica – que pode ocorrer quando o carro acerta um buraco ou a calçada.

Barulhos na suspensão

Rangidos, batidas secas ou ruídos que se assemelham a algo frouxo devem ser averiguados na autorizada. As condições de nosso pavimento podem levar a um desgaste de partes da suspensão antes do prazo previsto na revisão.

Fluidos

Na estrada, o motor é submetido a um esforço maior que no ciclo urbano. Por isso, é importante checar o nível, a validade de todos os fluidos e seus respectivos filtros, bem como a presença de vazamentos: líquido de arrefecimento, óleo do motor e transmissão, fluido de freio, direção hidráulica e embreagem, e nível do combustível do reservatório de partida a frio (carros flex). Se o prazo de troca de filtros e fluidos estiver próximo, não há mal em adiantá-lo.

Sistema elétrico

Confira se as lanternas, faróis e piscas estão funcionando corretamente. Substituir uma lâmpada queimada é algo rápido, e pode prevenir um acidente.

Sistema de limpeza dos vidros

Além do funcionamento dos limpadores e desembaçadores, confira o nível do reservatório de limpeza e o estado das palhetas. Se estiverem ressecadas, não farão o escoamento adequado da água. No dia da viagem, limpe bem os vidros: a sujeira reflete luz e dificulta a visão. Em carros sem ar-condicionado, não é má idéia levar um pano de algodão e um spray anti-embaçante. Na chuva farão grande diferença.

Outros itens

No caso de você não ter seguido as revisões por um motivo ou outro, confira também o estado destas peças, seja na concessionária ou em uma oficina especializada. São itens que podem estar funcionando aparentemente bem, mas que poderão apresentar falhas ao serem submetidos ao esforço maior do uso rodoviário: ??Sistema de ignição e injeção, molas e amortecedores, rolamentos de roda, pastilhas de freio, coifas e juntas homocinéticas e a correia dentada do motor, bem como seus respectivos rolamentos.

Com tudo isso feito, boa viagem.

segunda-feira, 22 de dezembro de 2014

Tanque sempre vazio pode estragar bomba de combustível

O primeiro risco de rodar sempre com pouca gasolina do tanque é óbvio: ficar no meio da rua com pane seca, que aliás é infração de trânsito e resulta em multa de R$ 85,13 mais quatro pontos na carteira. O segundo, e mais grave, é estragar a bomba de combustível. Nesse caso, o carro também vai parar, já que a bomba é a peça que manda a gasolina do tanque para o motor.

As bombas de combustível dos carros antigos (antes dos anos 2000) ficavam junto ao motor. As dos veículos mais novos ficam dentro tanque. Elas são elétricas e são lubrificadas pelo próprio combustível do reservatório. Ou seja, a gasolina ou etanol também cumprem o papel de ajudar no funcionamento da bomba.

Se o motorista anda sempre com poucos litros no tanque, essa bomba trabalha sem a lubrificação correta e pode superaquecer. Isso não quer dizer que a bomba vai sofrer uma pane na primeira vez que o automóvel entrar na reserva. Elas são preparadas para funcionar algumas vezes sem a quantidade ideal de combustível. Mas a prática constante de rodar com poucas gotas pode provocar uma pane no médio prazo. Se isso acontecer, não tem jeito. Resta chamar o guincho e levar o carro até uma oficina e trocar a peça.

“É bastante comum carros terem pane por bomba de combustível queimada. A falta de lubrificação correta provoca o superaquecimento”, diz o Engenheiro Gilberto Pose, Coordenador de Combustíveis na Raízen, licenciada da marca Shell no Brasil.

Sujeira do combustível

Outra consequência direta de rodar sempre com o ponteiro na reserva é o risco de mandar sujeira para o sistema de injeção. Isso porque com menos gasolina no tanque a bomba puxa o líquido do fundo, onde pode ter acúmulo de resíduos. O combustível sujo pode entupir o filtro ou até chegar ao sistema de injeção eletrônica, aos bicos injetores. Neste caso, o veículo possivelmente irá ter falhas ou até parar de funcionar.

Por isso, evite sempre ficar no liga e desliga da luz da reserva. O ideal é rodar com pelo menos ¼ da capacidade do tanque, o que significa entre 12  e 15 litros levando em conta os carros de pequeno e médio porte no Brasil.

sexta-feira, 19 de dezembro de 2014

Oliveira Canindé é o novo técnico do Sampaio

Oliveira Canindé foi confirmado, nesta sexta-feira, 19, como novo treinador do Sampaio Corrêa. Canindé dirigiu o Santa Cruz na Série B deste ano e já teve uma passagem pelo futebol maranhense quando treinou o Moto Clube em 2011.

O novo treinador boliviano chega para continuar a série de conquistas do Sampaio. As principais competições vão ser a Copa do Nordeste, a Copa do Brasil e a Série B, onde o time vai tentar o acesso para elite do futebol nacional.

Oliveira Canindé deve chegar a São Luis na próxima terça-feira, 23, quando vai ser apresentado oficialmente pelo presidente do Sampaio, Sérgio Frota.


quinta-feira, 18 de dezembro de 2014

Especialistas alertam que IPI menor não deve ser fator nº 1 na compra de carro

Do G1

Com a proximidade do fim do desconto no Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI), a indústria automotiva espera um leve "aquecimento" nas vendas no final do ano, que deve ser marcado pela segunda queda seguida, após uma década de altas.

A partir de janeiro, a alíquota do IPI deve voltar ao normal, o que deverá fazer o preço dos carros subir, em média, 4,5%, segundo a associação de fabricantes (Anfavea).

As montadoras têm promovido feirões para incentivar a compra do carro ainda em dezembro, com imposto menor. Mas, segundo especialistas, o consumidor deve avaliar uma série de fatores antes de decidir pela compra ou troca de um automóvel. O desconto no IPI não é o mais importante, afirmam.

Veja abaixo 5 passos para decidir se é hora de comprar um carro novo.

1) A primeira pergunta

“Está no seu projeto de vida adquirir ou trocar de carro? Essa é a primeira pergunta. Se está no seu planejamento financeiro, sem dúvida o momento é oportuno para fazer uma pesquisa e buscar o veículo que quer”, afirma o presidente da Associação Brasileira de Educadores Financeiros (Abefin), Reinaldo Domingos.

2) Preço + custo do uso

De acordo com Reinaldo Domingos, para saber se o carro novo "cabe" no bolso, o consumidor deve levar em conta não só o preço do veículo, mas também o seu custo mensal, que fica em torno de 2% do valor do bem.

Para um modelo de R$ 30 mil, por exemplo, o gasto deve ser de R$ 600 por mês. O cálculo feito pela Dsop Educação Financeira leva em conta combustível, manutenção, licenciamento, seguro, IPVA, estacionamento, lavagem e depreciação de 10% ao ano. O educador financeiro Reinaldo Domingos ressalta a importância, além de checar os custos de manutenção (revisões e peças) do modelo de interesse, informar-se sobre a disponibilidade de estoque no mercado nacional e sobre a extensão da rede de concessionárias no Brasil.

3) Vai financiar?

O passo seguinte é ver se esse carro está de acordo com seu padrão de vida, somando o custo mensal ao da prestação, em caso de financiamento. “Caso esta soma esteja no limite do orçamento, sem reserva, não é aconselhável comprar. Pode ser o IPI menor do mundo, mas se não conseguir pagar depois, não vale a pena", recomenda Domingos.
Para Ricardo Bacellar, diretor de relacionamento da consultoria KPMG no Brasil para o setor automotivo, a impulsão pelo consumo e pelo status deve ficar em segundo plano. "O risco de se perder o bem aumenta, apesar da maior facilidade de crédito", apontou.

4) Analise as ofertas

As regiões Sudeste e Sul concentram as melhores ofertas e os preços mais baixos devido ao maior número de concessionárias e modelos disponíveis, em função da competição, segundo diretor executivo do Banco Nacional de Veículos (BNDV), Rafael Campos. “Porém a maior percepção do consumidor é em relação ao custo-benefício das promoções, que podem incluir acessórios, opcionais e serviços de despachante e seguros, reduzindo o ‘pacote’ da negociação”, afirmou.

Assim como no começo deste ano, as concessionárias devem fazer ofertas do tipo "sem IPI maior" ou "preço antigo" ainda no início de 2015. No entanto, o presidente da associação dos concessionários diz que pode ser um risco deixar para depois. “Em dezembro, o consumidor terá mais opções de compra. Com passar do tempo essas opções vão caindo."

5) Pensa em dar o usado de entrada?

“Quem tem um valor à vista deve negociar descontos maiores. O ideal seria vender o seu usado antes, e evitar a venda casada”, recomendou Bacellar.